Escola
Municipal São Sebastião
Disciplina:
Educação Física
Professor:
Tarcisio Queiroz
O CRACK
VERDADES E MITOS
a. Mito. Apesar de ser absorvido
quase totalmente pelo organismo, apenas o uso recorrente do crack causa
dependência. Diferentemente de outras drogas, entretanto, o crack causa
sensações intensas e desagradáveis quando seus efeitos passam, o que leva o
usuário a repetir o uso. Esta repetição, junto com o efeito potente da droga,
leva o usuário a ficar dependente de forma mais rápida.
a. Mito. O crack
foi considerado inicialmente uma droga “de rua”. Por ser barata e inibir a
fome, muitos moradores de rua e pessoas em situação de miséria recorrem à droga
como medida paliativa. O contexto social do usuário também é um fator agravante
- é mais comum uma pessoa se tornar usuária de crack quando o meio social
facilita o acesso. Apesar disso, hoje o crack atinge todas as camadas sociais.
a. Verdade. Isso
ocorre porque os usuários da droga costumam adotar comportamentos de risco,
como praticar sexo sem proteção. Influenciados pela necessidade de consumir o
crack, muitos usuários crônicos também recorrem à prostituição para conseguir a
droga.
a. Mito. A pessoa
que denunciar o traficante tem sua identidade preservada pelas autoridades
policiais, portanto, seu filho usuário não será exposto. Porém, apesar da lei
de drogas prever que o uso de drogas não seja punido com restrição de liberdade,
o porte de drogas continua sendo crime no Brasil.
a. Mito. A
legislação brasileira não obriga profissionais da área médica a notificar a
polícia sobre os atendimentos realizados a usuários de drogas em situação de
intoxicação aguda. As autoridades policiais são chamadas apenas em casos
extremos, em que o comportamento do paciente põe em risco sua própria
integridade física ou a saúde de terceiros.
a. Mito. O crack é
amplamente consumido na região de São Paulo e avançou rapidamente para a
maioria dos grandes centros urbanos de todo o país. Porém, já existem relatos
de cidades do interior e mesmo de zonas rurais afetadas por problemas
relacionados ao tráfico e consumo desta substância.
a. Verdade. O crack
e a maconha são drogas com efeitos diferentes. Uma vez que o crack deixa o
indivíduo mais impulsivo e agitado, e gera dependência e fissura de forma
intensa, ele termina tendo um impacto maior sobre a saúde e as outras
instâncias da vida do indivíduo do que, em geral, se observa com a maconha. Em
relação à cocaína, apesar de serem drogas com a mesma origem, o efeito do crack
é mais potente do que a cocaína inalada. Por ser fumado, o crack é absorvido de
forma mais rápida e passa quase que integralmente à corrente sanguínea e ao
cérebro, o que potencializa sua ação no organismo.
a. Verdade. O uso
dessa droga compromete o comportamento como um todo. Por ser uma substância
altamente estimulante, várias funções ficam comprometidas, mas as mais afetadas
são a atenção e a concentração, a falta de sono, além de gerar quadros de
alucinação e delírio.
a. Verdade. É
possível se recuperar da dependência do crack. O usuário deve procurar
tratamento adequado e contar com apoio familiar, social e psicológico para
superar a dependência química.
a. Mito. Usuários
que já possuem uma tendência à agressividade podem ficar mais violentos quando
estão na fase de “fissura” ou abstinência da droga. Apesar de haver sempre uma
deterioração das relações sociais, especialmente no ambiente familiar, a
violência não é uma conduta padrão.
a. Verdade. Mães
usuárias de crack devem receber tratamento imediato com a suspensão do uso da
droga e da amamentação durante o período necessário para eliminar as
substâncias tóxicas do organismo. Após esse período, e sob supervisão médica, a
amamentação está liberada.
a. Verdade. O crack
prejudica o desenvolvimento do feto por alterar a saúde física da mãe e passar
à corrente sanguínea do futuro bebê. Isso pode reduzir o fluxo de oxigênio para
o feto, causar graves danos ao sistema nervoso central e alterações nos
neurotransmissores cerebrais. Também há maior risco de aborto espontâneo,
hemorragias, trabalho de parto prematuro, além de diversas malformações físicas
e baixo peso ao nascer.
a. Mito. Bebês
expostos ao crack durante o período fetal não são dependentes da droga. Não há
comprovação científica de que eles desenvolvam abstinência na ausência do
crack. Os sinais e sintomas que eles podem apresentar durante o período
neonatal estão mais relacionados a alterações nas substâncias químicas do
cérebro (neurotransmissores), que poderão ser ou não temporárias.
a. Verdade. Existe
sim uma predisposição genética à dependência química. No entanto, não somente
ao crack, mas a outras substâncias químicas, como o álcool, por exemplo.
sou aluna deste profesor e gostei do blog pois ele me deu uma grande ajuda para que eu pudesse responder uma atividade...
ResponderExcluirValeu Tarcísio, vou virar sua fã. Mary
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